quinta-feira, 26 de abril de 2012

mais flores

Gosto de ver as flores no campo mas também de as ver em casa

um ramo com flores silvestres e das plantadas




o mesmo ramo em contraluz



terça-feira, 24 de abril de 2012

colheitas do mês


Comecei a colher favas e ervilhas.

Agora podemos comê-las durante todo o ano mas continuo a preferir os legumes e frutas na altura própria.

Comi umas ervilhas com ovos escalfados que me souberam tão bem.

E começo agora no meu mês das favas. É verdade que enquanto as tenho frescas são a minha comida essencial. Sem carne nem peixe, com uma certa lógica pois são ricas em proteina vegetal.

A maneira como as cozinho, e que mais gosto, é como a minha tia-avó as fazia.

Ao descascar dou uma unhada (penso que seria para não rebentarem).

Num tacho coloco o azeite (o fundo bem coberto). Quando estiver quente ponho as favas com um ramo de cheiros que consta de uma cebola, um dente de alho e coentros (a minha tia-avó abria a cebola ao meio, e lá dentro colocava os coentros e o alho e atava tudo com uma linha, como sou azelha não consigo atar mas não faz mal). Temperar de sal. Um aviso, não mexer com a colher (não sei porquê). As favas vão sendo viradas, segurando nas asas do tacho, até alourarem um pouco. Depois baixar o volume do calor (no mínimo) e deixar cozer com o tacho tapado. De vez em quando virar as favas e se necessário adicionar água a ferver. Retirar o ramo de cheiros e comer.

São uma delícia. Nestas misturei 3 ou 4 rodelas de chouriço ou também se pode misturar umas tirinhas de bacon.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

mais rosas

As flores estão atrasadas, mas apanhei algumas rosas em botão e outras flores que desconheço o nome.

A rosa amarela é um mistério, será uma mutação da rosa vermelha? Ali, onde a colhi não existiam rosas dessa côr e ainda melhor é que tem aroma o que não acontece com as vermelhas. Tenho que pesquisar o fenómeno. Talvez seja simplesmente uma roseira adormecida que agora renasceu.


Por outro lado a roseira lilás está muito fraquinha. Poucas folhas e nenhum botão.

As rosas que não têm um pé alto também fazem um lindo arranjo, digo eu!

domingo, 8 de abril de 2012

flores

as primeiras rosas deste ano

 estas são lindas, têm poucos espinhos e um aroma fantástico, Não dão muito jeito para colocar numa jarra mas vale a pena pelo aroma. Uma qualidade muito antiga que adoro.

 a primeira rosa vermelha

 aqui estão elas na jarra a enfeitar e aromatizar a casa :)

 apanhei duas tulipas mas, com o calor, chegaram a casa num estado que até parecia irrecuperável...

coloquei-as em água e algumas horas depois ficaram lindas
 assim pudessemos nós, e o país, renascer e arrebitar

mais uma joaninha...

por cá já choveu mas pouco... tenho que continuar a regar

sábado, 7 de abril de 2012

a brincar

Terminado o jogo das palavras também me apetece brincar com ele, até para desejar


quarta-feira, 28 de março de 2012

e esta!

 
"No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:

- Tu acreditas na vida após o nascimento?

- Certamente que sim. Algo tem de haver depois de nascermos! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.
...
- Tolice, não há vida após o nascimento. E se houvesse como seria ela? ...

- Eu cá não sei, mas certamente haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.

- Isso é absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca é totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Estou convencido de que a vida após o nascimento não existe, pois o cordão umbilical é muito curto!

- Olha, eu penso de outro modo. Penso que há algo depois do nascimento, talvez um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...

- Mas nunca ninguém voltou de lá, para nos falar sobre isso!? O parto é o fim da vida. E a vida, afinal, nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.

- Bem, eu não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.

- Mamã? Tu acreditas na mamã? E onde está ela?

- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela é que nós vivemos. Sem ela nada disto existiria!

- Eu não acredito. Nunca vi nenhuma mamã, pelo que não existe mamã nenhuma!

- Eu acredito. E sabes porquê? Porque às vezes, quando estamos em silêncio, ouço-a cantar e sinto como ela afaga o nosso mundo. E também penso que a nossa vida só será "real"depois de termos nascido. Nesse momento tomará nova dimensão. Aqui, onde estamos agora, apenas estamos a preparar-nos para essa outra vida...

(Autor anónimo, cidadão do Porto e apoiante da Associação Pro Vida)"
 
 

terça-feira, 27 de março de 2012

domingo, 25 de março de 2012

a primeira

tulipa, rodeada de urtigas



arranco a erva, sacho, mas não consigo dar cabo dela.

Tenho que deduzir que não tenho grande jeito para ser agricultora mas vai nascendo alguma coisa :) no meio das infestantes.

segunda-feira, 19 de março de 2012

dia do pai

Hoje vão ser só flores, porque é dia do pai, e porque o meu pai adora flores, a sua beleza e o seu aroma.

Podia não trazer nada para comer, do rectângulo de terreno, mas de certeza que trazia um enorme ramo de flores.







Obrigada pai, por me transmitires esse amor à beleza

domingo, 18 de março de 2012

aranha


Sempre tive muito respeito por elas, e direi mesmo que sempre tive medo de aranhas.

Há uns anos seria impensável fotografar uma pois a distância entre mim e elas teria que ser muito grande...

Esta estava a comer um bichinho daqueles que também não adoro...

sábado, 17 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

prendas em tempo de crise

Há tantos dias para dar prendas... aniversário, Natal, dia dos namorados, dia do pai, dia da mãe, Páscoa, dia da criança...

Sempre que se aproxima uma destas datas começo a pensar - desta vez o que hei-de dar?

Recuso-me a dar mais um bibelot ou uma prenda sem sentido. Quando não encontro nada faço uma prendinha. É um hábito já antigo e com a crise vem mesmo a calhar.

Estar presente já é uma boa prenda e lembrar o dia também. Mas acaba por ser constrangedor aparecer de mãos a abanar.

Em tempo de crise a coisa ainda se complica mais. Este ano no Natal decidi oferecer livros que tinha. Mesmo os que tinham o meu nome e a data em que os comprei, levaram uma dedicatória apropriada, embrulhados num papel bonito, enfeitados com uma borboleta onde escrevi o nome do destinatário e assim os ofereci.

Desta vez era o aniversário duma pessoa importante, para mim. Não encontrei qualquer prenda dentro do orçamento. Mais um livro. Fiz queijadas de abóbora mas não me pareceu nada engraçado levá-las numa caixa de plástico (vulgo tuperware). Fiz uma caixa de papel, com papel manteiga com uma folha A3 (deu para 8 bolinhos). Na tampa escrevi uma bela mensagem, enfeitei com 2 flores de origami e uma borboleta.

Se estão em crise não se preocupem com as prendas. Inventem pois o que conta é a intenção e uma prenda personalizada é única.

Sem imagens, foi um dia de correria.

terça-feira, 13 de março de 2012

rega e chuva

Com a seca já me vi obrigada a regar.

A água é natural, dum poço, mas noto diferença quando caem uns pingos de chuva

as plantas dão um salto...


flor de pessegueiro

flores de ameixoeira

jacinto

violetas brancas

folhas de aveleira