Mostrar mensagens com a etiqueta milho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta milho. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de maio de 2013

as três irmãs

Hoje, feriado em Leiria.

E nada melhor do que passar um feriado no campo, a semear qualquer coisa.

Cada vez sei menos de tudo, inclusivé de agricultura.

Mas, li algures que a cultura simultânea de milho, feijão e abóbora é usada há muitos anos e que estas três irmãs se ajudam mutuamente, e lá fui eu experimentar.

Vou ficar à espera que nasçam para as fotografar.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

milho e genes


Fico sempre a pensar como um simples grão se transforma em dezenas ou centenas.

Esta linda espiga de milho resultou dum grão de milho de pipocas (compradas para comer) que coloquei na terra, na altura junto ao girassol e às ábóboras. Hoje comi-as. Souberam-me a pouco mas o propósito desta conversa é divagar sobre outro assunto.

Noutro dia estava a ver um filme e no meio de toda a história falaram no tomate, que foi o primeiro vegetal a ser tratado geneticamente. Provavelmente as pessoas da minha idade lembram-se que o tomate apodrecia facilmente. dois ou três dias na cozinha e já era.

Presentemente os tomates ficam semanas na cozinha e continuam lindos.

Ao lembrar-me disto fiquei a pensar se ainda se conseguem comprar sementes "puras", em que não tenham mexido nos seus genes.  Fico pensativa com esta questão. Começo a olhar para os frangos e será que também no reino animal já começaram as experiências genéticas. Pois claro que sim. Tomate, arroz, soja... num tiram o gene que os faz apodrecer noutros inserem o gene doutra planta mais resistente...

Quando será obrigatória essa indicação nas sementes e nos bens que compramos?

Ainda não se sabe se haverá efeitos secundários ao alterarmos os genes...

Afinal ando a semear para comer mais saudável e não consigo fugir de alguns males. Quando souber trabalhar melhor a terra vou tentar arranjar sementes tradicionais e fazer as sementeiras. De momento as sementes pequenas ainda são um problema porque não me entendo no desbaste e transplante mas vou tentando. Quem tiver sementes de fava e feijão verde, do antigamente, daquelas que sabiam a favas e a feijão verde. Cá para mim estas variedades modernas perdem muito sabor.

Voltando ao geneticamente modificado, é um mal invisível, como tantos outros.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

grande reportagem

Dormi pouco e acordei super sensível aos barulhos de um apartamento. O vizinho que tosse, o cheiro da cozinha da vizinha... cada vez me custa mais viver na propriedade horizontal.

O dia estava cinzento e nem precisava regar mas resolvi ir até ao rectângulo de terreno. Há sempre muito que fazer. quanto ao ruído, para azar, em vez do canto dos passarinhos ouvi todo o dia uma motoserra a trabalhar. Fora isso o dia foi produtivo, em belezas e 12 horas de trabalho não remunerado.

Com a chuvinha dos últimos dias a horta deu um salto.





O Milho

Esta é a flor feminina do milho

 e esta a flor masculina
Dormem em camas separadas.
Este foi um grão de milho penso eu que de pipocas que semeei no cantinho do girassol, das abóboras, dos tomates. As folhas do girassol estavam no caminho entre a flor masculina e a feminina. Afastei as folhas e sacudi as flores masculinas. Não sei se ajudei ou atrapalhei.

As vespas


Nunca pensei na utilidade das vespas. Cá para mim sempre as considerei antipáticas e perigosas. Mordem por dá cá aquela palha e magoam a sério. Fazem uns lindos favos mas não fazem mel. Mas afinal têm muita utilidade. Será uma dedução apressada e talvez errada. Será que comem o piolho dos citrinos? Estas duas andavam muito aterefadas a esgatanhar estes, pareceu-me que os estavam a papar.


continuação já a seguir....