O Estado assumiu, através da empresa pública Parvalorem, a dívida de quase 10 milhões de euros de duas empresas de Vítor Baía ao BPN.
"os créditos das empresas de Vítor Baía não são os piores, porque têm garantias reais", garante fonte conhecedora do processo. E tanto assim é que, segundo assegura a mesma fonte, "as garantias reais dão quase para pagar as dívidas [da Sunderel e da Cleal]".
A transferência da dívida destas firmas para a Parvalorem não é um caso único: desde o final de 2011, essa sociedade pública já comprou ao BIC créditos malparados no valor total de quase 4,2 mil milhões de euros.
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