sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
mobilidade episódio III - encruzilhada
Mas pensando bem, será que eu quero um emprego ou um trabalho? Claro que o que eu quero é dinheiro, mas também o quero merecer.
No último emprego, onde estive 3 anos e para o qual pedi transferência e perguntando se havia trabalho, passei a maior parte do tempo sem fazer nada. Nada de nada, nadinha. E o pouco trabalho que havia também não dava para evoluir. Penso até que involui bastante nestes anos.
Sendo assim será boa ideia voltar para lá?
Quando andei a vender livros de porta em porta apercebi-me que a maioria das pessoas não se sentia realizada com o emprego e apenas o mantinham por questões económicas. Eu pensava - que sorte tenho em fazer o que gosto - pois gosto do contacto com os outros, seja para vender ou não.
Mas as vendas têm um senão. Ganha-se à comissão e se adoecemos ou não andamos numa fase boa lá nos saltam os chefes em cima e lá se vai o rendimento. A agricultura/pecuária à qual estive ligada durante 3 anos também não dá nada.
Será que tenho que voltar a estar 7 horas sem produzir para ganhar algum? Se calhar! Se calhar!
Agora olho ali para os meus gatos e penso que são uns sortudos porque não têm que tomar decisões. Rica vida gatinhos.
Para quem vem aqui ter à procura de notícias sobre a mobilidade especial voluntária, dou um conselho. Pensem bem. As percentagens não são bem como eles dizem e depois se gostam de não fazer nada, deixem-se estar. Quanto ao meu pedido de licença extraordinária, pasmem mas ainda não tive resposta, há um ano. É que há alguns funcionários que não fazem mesmo nada de nada. Onde andará o meu papel?
Esta é uma daquelas situações em que a minha mãe me faz muita falta. Lá iria ter com ela a contar-lhe o que se passava. Podia até não dizer nada ou dizer qualquer coisa que não me resolvia nada. Uma frase daquelas que as mães dizem. E eu provavelmente não faria nada do que me aconselhava.
FEIRA DE LEIRIA
Carrinhos de choque e outros divertimentos, pipocas, farturas e outras comidas, música de ensurdecer e não só, circo, às vezes, utilidades diversas... Venham até Leiria divertir-se
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
erros frequentes
visto em publicidade na net
- vende-se vivenda germinada
- ... com móveis encanastrados
no jornal
- mumismática e filatelia
em todo o lado e muita gente
confusão entre há e à
confusão entre fica-mos e ficamos e fica-nos ficanos
Sem querer parecer professora, que não sou, vou deixar aqui umas dicas para quem tem dificuldade em escrever estas palavras e gostaria de não errar.
As vivendas são geminadas, palavra derivada de gémeo. Elas não germinam, são gémeas.
Os móveis são encastrados, esta é mais difícil de explicar mas lembrem-se que não parecem uma canastra mas encaixam num suporte próprio.
Não existe mumismática, só se for relacionado com múmias, mas sim numismática que vem de nomisma (moeda) e tem a ver com elas.
A confusão entre há e à.
Há de haver, ter, existir. Usar quando se pode substituir por um desses verbos.
Exemplo: Há quem acredite em milagres. (existem pessoas que acreditam em milagres).
À é a contracção de a e a, por isso se se puder substituir na frase está correcto.
Face à situação económica actual é necessário reduzir o consumo de produtos estrangeiros.
- ficamos e fica-nos -
Geralmente o mos é pegado e o nos é com tracinho
com tracinho podemos dizer a palavra trocando-a ou seja
fica-nos bem ou nos fica bem - o que não se pode fazer quando queremos dizer - ficamos em casa (mos fica em casa).
Espero ser útil a quem por aqui passar e que tenha dificuldades em escrever estas palavras, embora não calcule se tudo isto está conforme o novo acordo ortográfico.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
mini plantação
No ano passado julgava que tinha mini abóboras de comer e afinal tinha máxi abóboras de enfeitar.
Vou ficar à espera da continuação pois, tal como as pessoas, por vezes os melhores projectos nos quais depositamos tanta esperança no futuro, acabam por falhar. Em contrapartida, outros projectos aparentemente mais lentos e menos brilhantes conseguem singrar.
domingo, 24 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
papoila
sexta-feira, 22 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
estou revoltada
Há assuntos aos quais não posso ficar indiferente. Digo que este programa me chocou e deveria ter passada a horas mais tardias.
O mesmo programa pode ser visto no site da rtp.
Não sei qual o objectivo deste programa e particularmente o objectivo deste episódio. Fala sobre a terceira idade, as pessoas dependentes, os lares, os familiares, as reformas...
Às tantas vem uma senhora, que eu se calhar devia saber quem é, dizer que não estamos preparados para cuidar de tantos idosos pois a esperança de vida quando a dita senhora nasceu era de 60 anos e agora de 90 e tal. Digo eu que muitas das pessoas que ultrapassam essas idades não vivem de facto. E o que é pior muitas estão conscientes do seu estado e incapazes de recusar os tratamentos ou seja lá o que lhes fizerem. Algumas vezes que visitei pessoas acamadas e impossibilitadas, fosse na sua casa ou em lares, impressionou-me principlamente a maneira como me olharam, como a dizer sos sos . E ninguém lhes pode valer!
Voltando ao programa, e logo no início filmaram uma senhora que está completamente impossibilitada sendo o marido que cuida dela, dá-lhe comer por uma sonda, muda a fralda, deita-a.... e filmaram o senhor a mudar a fralda. Mais uma vez me impressionou o olhar da senhora, que olhou fixamente para a câmara, será que queria dizer qualquer coisa? Imaginei-me no lugar dela. Tirem daqui essa merda, diria eu ou quereria eu dizer.
A minha mãe morreu no espaço de 2 semanas e para mim foi um desgosto do qual estou a tentar recuperar há já 4 anos, pois as mortes inesperadas são sempre mais dolorosas. Nesse tempo ainda a ouvi dizer, com as lágrimas a correrem-lhe pela cara "vou ficar a dar trabalho". Não deu trabalho pois foi-se, para sorte dela e azar meu.
Algumas pessoas que dizem estar vivas não o estão de facto. Será viver estar dependente de outrém para tudo, até para comer? A medicina ultrapassou o seu objectivo, o de curar.
Peço a Deus, aos santos, aos médicos, à família a tudo e todos que nunca me deixem passar por uma situação destas. Desliguem as máquinas, nunca deixem ninguém filmar ou ver o meu rabo, a minha boca babada, o meu ar perdido... Se por acaso tiver um acidente e já não possa falar vejam isso no meu olhar.
Estou mesmo revoltada com este programa. Com que objectivo filmam as intimidades das pessoas? Até me parece um filme nazista. Seria preciso chegar a tanto para alertar sobre o problema da falta de lares, das reformas pequenas, de como cuidar dos nossos idosos?
sementeiras
quarta-feira, 20 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
RRR
a carraça
jero ou gero
quadrado negro

